POESIA ASTRÔNOMICA
Sois a imensidão das noites,
O grito surdo dos acoites,
o firmamento do universo;
a rima lírica de cada verso
Dos planetas habitáveis, sois valente,
das galáxias de proveta, sois gigante,
ao toque celestial das trombetas;
imprevisível como sois, poetas
Às águas das fontes que no solo derramas
em teu peito jorra feito lavas em chamas
como brasas incandescentes tragadas pelo fumo
O mundo que perdeu seu rumo
a naus que naufragaram suas velas
cegado pelo brilho das estrelas
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